6 comentários em “pixo”

  1. 3:35 – “a pixação de são paulo é uma comunicação fechada. É de pixação para pixação. Então na realidade ela não se comunica com a sociedade. Ela é uma agreção. Ela é feita para agredir a sociedade”

    qual a razão dela então? Se ela não se comunica com a sociedade, pra que expor pixação nas ruas?

    6:10 – “A universidade é uma universidade de belas artes. O invólucro é pra se fazer arte. Ah tem muita arte decorativa, muita propaganda pro estado, muita encheção de linguiça, muito charlatanismo (…) Arte arte mesmo é outra coisa”

    outra coisa!? Concordo que arte tem muita caras, mas o que se aprende na universidade É uma parte da arte criada pela raça humana…. esse cara precisa é de uma boa dose de ESCOLA para aprender o que é arte.

    10:20 – “As vezes a gente fala ‘puta, olha o estrago que nós fez’ mas nós acha bonito meu. Como é que nois vai ficar triste com o bagulho? Pra nós fica mais lindo ainda o prédio, sem zoeira (…). Pq a gente acha bonito pra caralho.”

    fico triste de ouvir isso =(

    Concordo com o que o fotógrafo falou: que sociedade é essa que cria uma geração de pessoas com esse tipo de mentalidade deturpada?

  2. é, to com o Paul nessa…. Se você faz pela arte, porque acha bonito, faça na sua casa, pra você. Não precisa impor nos outros. Se for uma forma de protesto, quer comunicar algo, é outra história. Ainda assim seria vandalismo, mas teria uma motivação compreensível. Sair invadindo e pixando propriedade pública ou até a casa dos outros é puro vandalismo injustificado.

  3. Pois é, o cúmulo da incoerência um par de idiotas incentivarem o vandalismo, filmando como se fossem criancinhas fazendo o primeiro rabisco na parede. É lógico que pro “pixadô tá suçu, tá ligado? Agientchi qué é cê vistu mêmo rapá, puquê nós qué vandalizá, agientchi qué q todu mundu saiba qui nóis é …”. E enquanto isso todo mundo, INCLUSIVE A POLÍCIA, fica assistindo os caras invadindo. Acho que devem haver mais dos que amam dos que odeiam. Não, pior ainda: dos que odeiam e sentam pra assistir e falar mal… [embora eu mesmo tenha feito isso agora assistindo].

    “(…) é um código fechado”. LÓGICO, se você quer roubar, ou marcar seu território criminoso, você não vai deixar explícito pra ninguém. Você cria um código quase místico pra todo um grupo de “adeptos”. Quem sabe o que cada nome, cada tag, cada coisa ali pode significar, além da superfície? Quantas seriam as alianças, códigos de conduta, “tretas” até, registradas marginal e historicamente nos tabletes de concreto de São Paulo? São hieróglifos; e digo mais, devem invocar certos “deuses” e “ritos”, tal como faziam os antigos…

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